Happy Valentines day!

Chegamos ao mês de fevereiro, enquanto no Brasil é carnaval, na Europa é hora de celebrar o amor. 

Em decorrência ao “Valentine’s Day” no dia 14 de fevereiro, que tal assistir um filme bem romantico e muito britânico?
 “Um lugar chamado Notting Hill”
…Essa foi a forma que encontramos para discorrer um pouco sobre a data.
Você certamente já assistiu… Então, podemos discutir sobre a história, certo?…
 
Sobre a obra…
 
O filme começa com a apresentação de Will (Hugh Grant), do lugar onde mora, o pitoresco bairro londrino de Notting Hill, na casa de porta azul que dividi com Spike, seu inquilino, digamos: “peculiar”.
Sua vida de pacato dono de livraria especializada em guias de viagens, recebe a inesperada visita de uma cliente muito especial: a estrela de cinema americana Anna Scott (Julia Roberts).
Will muito “ligado” fica ligeiramente atraído e anestesiado pela bela mulher.
Anna sai da loja e Will gosta da experiência, porém considera algo surreal e singular; decidido a comprar um suco esbarra acidentalmente em Anna, sujando-a toda.
Sugere rapidamente a ida ao seu apartamento, afim de trocar sua blusa; ela aceita, e depois de um bom papo, Anna encanta-se por ele, começando assim a história…
 
O que mais surpreende e hipnotiza no filme são as lições:
Will não via perspectivas de mudanças, ao encontrar-se com Anna tudo muda e a vida passa a ter um novo sentido.
Algo bem destacado no filme é o seleto grupo de amigos de Will: Um corretor que odiava seu trabalho; sua irmã que vivia em busca de um grande amor; sua ex-namorada que havia casado com seu melhor amigo…
 
Durante todo o filme Anna usou de sua posição para exercer controle sobre o jovem inglês, que ficava cada vez mais encantado por ela.
E por mais que houvesse magia, a dura realidade sempre aparecia…
Dois ou três encontros fortuitos, mais tarde, Will e Anna iniciam um relacionamento tenro, engraçado e cheio de idas e vindas.
A primeira “separação” entre eles fez Will sair do apartamento, em que Scott estava com o namorado, como copeiro carregando um saco de lixos e pratos sujos.
Após um escândalo envolvendo fotos comprometedoras; a atriz corre para o pequeno bairro de Londres em busca de hospedagem e de um pedido de desculpas.
Nesta hora do filme, após o perdão de Will, a paixão corre solta…
Porém, o sonho acaba tão rápido como começou, exatos 01 (um) dia. Anna deixa o apartamento do rapaz cercada de fotógrafos e o enfrentamento de um novo escândalo…
O filme faz menção também sobre a falsa ilusão de felicidade, pois Anna tinha tudo, mas era infeliz.
 
2ª Chance…
Seis meses depois ela reaparece na livraria pedindo o amor de Will, sua frase:
“Não pense em mim como uma atriz de cinema, pense que sou uma garota na frente de um garoto pedindo a ele que a ame”.
Will na verdadeira “fossa” durante todo esse tempo diz: Não.
…Ela mais uma vez vai embora.
Vendo “a burrada” que fez vai junto com seus amigos em busca de Anna e encontra-a em uma coletiva de imprensa.
Por fim, ele consegue a garota e tem o tão sonhado final, opsss diríamos, começo feliz.
 
Outras lições…
A primeira – Acreditar em si sempre, ter a certeza que milagres acontecem e estão acima de classes sociais, status e tantas outras “cositas”…
O Amor não tem um físico… idade … muito menos regras… é um sentimento imensurável… como o próprio significado é algo longe de predefinições.
 
Ao final da obra tem-se também o valor no que se refere as escolhas que fazemos… certas ou erradas… mas tão particularmente nossas, afinal, estamos vivos…
 
 
Neste site mostra o projeto de construção do cenário do filme, vale a pena conferir..
É interessante observar o tamanho dos apartamentos e casas da Inglaterra que são pequenos.

Post republicado do Blog PalavraSoltasnoAr
Por Suelen e Jéssica Farias do Nascimento ***
Postado em: 12/06/2013. 

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