No dia 14 de fevereiro, é comemorado em diversos países do hemisfério norte o “Valentine’s Day”, ou Dia de São Valentim. A data comemora o que é conhecido no Brasil como Dia dos Namorados.
De acordo com a história, o imperador Claudio 2º baniu os casamentos naquele século por crer que homens casados não eram bons soldados. Sendo assim, São Valentim contrário a tal oposição em nome do amor, começou a celebrar casamentos as escondidas o que depois culminou em sua morte.
O dia é celebrado como o dia do amor em todas as formas: as crianças preparam cartas decoradas para seus amigos e familiares, os casais apaixonados fazem juras de amor e os amigos trocam correspondências…
Diferente da celebração do Brasil, é como se fosse o dia de celebrar o Amor Universal.
Ah, e aqui não tem espetacúlo na hora de dar presentes aos amados. Na Inglaterra o comum é os clichés buque de flores e bombons, vinho ou champanhe e sair para jantar, além dos cartões escritos para os amados (aqui as pessoas compram muitos cartãos para celebrar as datas, eu amo!).
Algo bem simples, nada muito extravagante, afinal o que vale aqui é mesmo demonstrar o Amor de maneira singela… mas especial!

“Love is a temporary madness. It erupts like an earthquake and then subsides. And when it subsides you have to make a decision. You have to work out whether your roots have become so entwined together that it is inconceivable that you should ever part. Because this is what love is. Love is not breathlessness, it is not excitement, it is not the promulgation of promises of eternal passion. That is just being “in love” which any of us can convince ourselves we are. Love itself is what is left over when being in love has burned away, and this is both an art and a fortunate accident. Your mother and I had it, we had roots that grew towards each other underground, and when all the pretty blossom had fallen from our branches we found that we were one tree and not two.”
― Louis de Bernières, Corelli’s Mandolin
Happy Valentines Day guys!!!
Xx