Você já entregou seu coração para alguém?

Nos últimos meses comecei a ler alguns livros de Judy Hall autora de vários bestsellers, especialista em cristais, vidas passadas, regressão, reencarnação e astrologia.

Entre os cinco livros que possuo dela, The Soulmate Mith “O mito das Almas Gêmeas”, encontram-se várias histórias de seus clientes em consultas de vidas passadas. No livro ela diferencia as Almas Gêmeas com histórias reais de seus clientes e ao final do livro ela descreve algumas indagações sobre a tal comentada Chama Gêmea (metade da alma), das 144 mil almas que estarão se reunindo após 2012.

No cápitulo Healing the Wounds “Curando as feridas”, ela fala da historia de Anita uma garota que começou a se atrair emocionalmente com seu chefe, tendo ilusões romanticas constantes com ele.

Nas consultas com Judy, Anita acaba descobrindo que ele foi seu namorado em outra vida, um amor que a rejeitou. Em um sonho ela lembrou-se que não casou-se com ele e morreu de maneira traumática.

Ela recordou de uma vida com ele no século 18 em que ambos trocaram alianças em um jardim na França.

Ela se via muito nova, e ela disse a ele “Eu te dou meu coração para sempre”, e ele disse “Eu quero a sua alma”, e para seu horror ela disse “Eu te dou minha alma”. e após essas palavras ambos trocaram suas alianças.

E porque ele queria a alma de Anita? Para ter total controle sobre ela para sempre…

Assim, em todas as encarnações que ambos estivessem reunidos, mesmo ele sentido-se atraído por ela, ele nunca a assumiria.

Foi preciso uma meditação guiada para que ela reivindicasse sua alma novamente e ficasse livre da prisão amorosa de uma pessoa manipuladora.

E no livro Judy enfatiza que nunca devemos falar que vamos dar nossa alma e coração para alguém, porque isso só pertence a nós mesmos.

O amor é universal, incodicional, ele pode ser doado, mas jamais a sua essência deve ser entregue a alguém sua alma ou coração.

E começa a se entender um pouco da questão do coração não poder ser doado, até pela conotação das “Twinflames” Chamas Gêmeas ligadas por um fio invisível pelo Chakra do coração, o que é enfatizado no capítulo final do livro.

Durante o livro a autora não romantiza o amor e muitas histórias são bem impactantes.

Hall fala da importância do “Deixar se ir”: dores, amores, relacionamentos, traumas, e acima de tudo a importância da aceitação de si próprio.

No último capítulo ela enfatiza ainda sobre o poder dos olhos nas conexões de almas, já que eles são a porta que ligam espirítos pelo coração..

Realmente foi uma das diversas histórias que me chamou atenção… então porque não compartilhar?

Judy Hall. The Soulmate Mith. The Wessex Astrologer Ltd. The British Library, 2010, 181-182.

Espero que tenham gostado… Vocês se espantaram com a história assim como eu?

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